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13 de março de 2020
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Câmara Hiperbárica – Pró Vida

O Complexo Médico Pró-Vida mais uma vez inovou na região ao dispor aos clientes de uma câmara hiperbárica. Tecnologia que oferece grande eficácia em diversos tratamentos de saúde. Equipamento médico fechado, em formato cilíndrico e construído de aço ou acrílico no qual o paciente é submetido à inalação de oxigênio puro em uma pressão maior que pressão atmosférica, em sessões que duram de uma a duas horas, por um período que pode variar de acordo com a patologia.

“O oxigênio aplicado na câmara é utilizado para combater infecções bacterianas e fúngicas. Auxiliar na cicatrização de feridas crônicas e agudas, além de potencializar a ação de alguns antibióticos e compensar a deficiência de oxigênio quando há alterações nos vasos sanguíneos”, explica o cirurgião vascular, Dr. Renan Cardoso Candemil.

Conforme o médico, durante a sessão de oxigenoterapia hiperbárica ocorre um aumento de dez a vinte vezes na quantidade de oxigênio dissolvido nos tecidos. Sendo extremamente favorável nos locais em que a falta de oxigênio tecidual é o problema principal. Essa oxigenação age como ação cicatrizante e antibiótica. Auxilia na formação de colágeno, neoformação vascular e na diminuição de edemas.

Atualmente, a Oxigenoterapia Hiperbárica é utilizada em diversas partes do mundo, com regulamentos e protocolos nos Estados Unidos, no Hospital Johns Hopkins e na Cleveland Clinic, no Brasil, no Hospital São Paulo da UNIFESP e em outras unidades na Europa, Japão, Rússia e China.

Indicações

O tratamento com a câmara hiperbárica também é indicado para inúmeros casos como:

– feridas de difícil cicatrização (como por exemplo, em diversas partes do corpo de pessoas acamadas por um longo período e nos pés de diabéticos);
-infecções graves com destruição muscular, de pele ou gordura subcutânea;
– lesões de bexiga, intestinos, ossos e cérebro, causadas tardiamente por radioterapia;
-esmagamentos e amputações traumáticas;

– infecção crônica dos ossos;

– pós-cirurgia plástica reparadora;

– quando se recobre uma ferida com pele ou músculos retirados de outra parte do corpo da própria pessoa;

– presença de bolhas de ar na corrente sanguínea;

– queimaduras extensas;

– pés diabéticos;

– úlceras crônicas de extremidades;

– excesso de pus ou ar no cérebro, causados por processo infeccioso ou trauma, entre outros.

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